A Rádio Rock Voltou!

Cara… hoje a Rádio Rock voltou ao dial, no rádio cara, como venho dizendo há tempos pra um monte de gente, era só uma questão de tempo para o rock voltar pro rádio, e agora temos a Rádio Rock de volta em São Paulo, uma Rádio Rock tocando novidades, bandas novas e claro os clássicos!

Não tenho a menor dúvida que isso irá mudar o cenário da música no Brasil.

Isso é fantástico, mais fantástico ainda contando com parcerias como o UOL e a agência África, empresas com dirigentes com visão sempre estão um passo a frente.

FATO!

Fiquei MEGA feliz em ter a oportunidade de ter produzido a Música da volta da rádio, música essa que vocês podem ouvir na programação da rádio.

E como ninguém faz nada sozinho, gostaria de agradecer à todos os envolvidos na produção dessa música, são eles:

A minha filha querida, amada, idolatrada salve salve Sofia Ribeiro pelo brainstorm que fizemos pra que a letra saisse da imaginação.

Rodrigo Koala do Hateen pela ajuda mega blaster na letra com a música, Koala você é gênio com uma caneta na mão!

Ao meu brother Thiago Endrigo pelo start aqui no estúdio na demo.

Ao Paulo Anhaia pelo talento mega power nos backings em toda a música.

Ao Andreas Kisser, Ricardo Japinha do CPM22/Hateen e ao Rodrigo Tavares por terem aceitado de primeira o meu convite e do Júnior para participarem da música.

Aos cantores Dinho Ouro Preto do Capital Inicial, Badaui do CPM22, Digão dos Raimundos, Pitty Leone e aoEgypcio Tihuana.

Ao Dinho do estúdio Don’t Touch The Shark onde gravamos.

Ao Luciano Nogara pelo help na assistência durante a gravação.

Muito Obrigado à todos!

THE ROCK IS BACK!!!!

Publicado em Entretenimento, Música, Rádio | Deixar um comentário

Perí entrevista o produtor musical Lampadinha, dono da Mixmastermusic, confira!

Aqui uma entrevista comigo no blog da MTV do meu brother Perí Carpigiani.
Ficou bem legal!
Valeu Perí!

Lampadinha (Produtor Musical)

Posted by  on jun 20, 2012 in Geral | 0 comments

Lampadinha é um produtor musical dos mais requisitados no mercado nacional, já trabalhou com muita gente importante e hoje em dia é respeitado e procurado por artistas de diversos segmentos, pela qualidade de seu trabalho e sua visão profissional. Além de seu talento nato e habilidade única pra gravar, mixar e masterizar, ele atua também na área radiofônica e tem sua empresa de áudio, a Mixmastermusic. O blog Horizonte Vertical, tem a honra de trocar uma ideia com ele…

Perí-- Como foi que você começou na produção musical?

Comecei a trabalhar com música em 1984 em uma empresa de sonorização no interior de São Paulo, lá aprendi a montar sistemas de PA para shows e eventos. Depois de um tempo, eu já estava fazendo shows com alguns artistas locais. Passado um tempo montei um estúdio com esse brother da empresa e comecei a gravar todo tipo de banda, de rock a forró, e como era só eu no estúdio sem assistente algum, as bandas que pintavam por lá eu ia montando e ajudando ao longo do processo de criação do então LP, ou seja, ia produzindo o trampo dos caras.

Perí- O que mais te encanta nesse trabalho?

A música em primeiro lugar. Eu sempre ouvi música, e muito, desde pequeno lembro que meu pai tinha um rádio Motorádio que abri e fiz umas gambiarras pra poder ligar umas caixas de um sistema 3 em 1 que minha vó tinha me dado. Deve ser do DNA mesmo, pois meu avô tocava violão e fazia toda a família tocar alguma coisa, tipo uma jam familiar, com maracas e vários outros intrumentos, então minha vó que já estava bem doente de cama, viu que eu queria muito um sistema de som e prometeu me dar um, mas desde que eu colocasse no quarto dela e ouvisse bem alto. O paraiso pra um menino de aproximadamente dez anos! Outra coisa que me encanta é poder participar do processo de criação de uma obra junto com o artista, de algo que não existe, isso é demais! Cada trabalho embora tenha uma metodologia meio parecida, como pré produzir, arranjar, gravar, mixar etc, é sempre único, e essa empolgação tanto do artista quanto minha é muito excitante, tipo criança na Disney saca? E depois de pronto você poder ver o artista já colhendo frutos com o trabalho que você ajudou a criar, e isso é muito gratificante, por exemplo o Hateen, que após o lançamento do novo CD já saiu fazendo shows pra caramba por aí. Outro exemplo foi uma menina guitarrista que produzi, chamada Lari Basílio, assim que acabamos o seu primeiro trabalho, ela já saiu fechando workshops e contratos de patrocínio com empresas como a Tagima por exemplo. Muito foda isso!

Perí- Quais trabalhos desenvolvidos nesse tempo você acha que mais te representam?

Putz, pergunta mega difícil! Todo trabalho tem uma dose muito forte de envolvimento e assim fica difícil escolher esse ou aquele, posso falar dos mais recentes que são os que estão mais próximos com relação a empolgação. Esse do Hateen que falei é um, pois os caras estavam há muito tempo sem fazer um trampo novo e estavam na maior febre de fazer um trampo no veneno. O da Lari Basílio, por ser o primeiro trabalho solo dela, é um trabalho instrumental o que não é muito comum, principalmente para uma mulher. A banda Audioclube que é uma banda de rock muito foda com umas puta letras, e uns caras que tocam muito. E o da Banda Tri, uma molecada do Rio Grande do Sul que acabamos de fazer o primeiro CD, esses caras são muito figura e muito talentosos também.

Perí-- Você acha que a personalidade do artista pode ajudar ou atrapalhar na relação Produtor/Artista?

Os dois, o artista é a matéria prima, o começo e a base de tudo, um artista centrado, organizado, objetivo, faz total diferença, quanto mais pirado for mais trabalho dá, é um pouco mais difícil mas faz parte. Eu costumo dizer que se tivesse uma facul obrigatória pra qualquer um se tornar produtor, seria a de pisicologia :-) Claro que o ego do artista as vezes pode atrapalhar, mas quem não tem? Isso faz parte, é só uma questão de se ambientar, conhecer o artista, e aprender a lidar com ele, cada um cada um né? Uma coisa que eu gosto muito de fazer é conhecer o máximo possível do artista com quem eu vá trabalhar, antes de iniciar o processo de pré produção, eu gosto de poder sair, tomar umas, conversar sobre o trabalho, sobre a vida, sei lá, bater papo. Conhecer com quem você vai trabalhar, porque ai o relacionamento fica bem mais fácil e com mais base. Pra mim isso é mega importante, pois depois de você adquirir um relacionamento, seja ele em qual nível for, fica muito mais fácil de a gente conversar, opinar, mudar, discordar, enfim, conviver durante todo o processo de criação.

LampadinhaLampadinha

Perí-- Até que ponto o produtor pode transformar o artista em algo que ele não conseguiria ser “sozinho”?

Meu, o cara que cria as vezes não tem noção que algo que ele fez é sensacional, ou ruim, é difícil mesmo. Eu sempre tento dar esse norte, coisas que eu acho que são legais pra caramba, e coisas que acho que não são tão sensacionais como ele acha. Por exemplo, a estrofe da música A é boa mas o refrão nem tanto, e o refrão da música B sensacional, mas a estrofe fraca, porquê não tentar fazer um bem bolado então? Claro que eu tento direcionar de acordo com o que eu vivi, com o meu gosto pessoal, com a minha experiência, com o que aprendi com as pessoas que trabalhei ao longo dos quase trinta anos de estrada, mas se o artista não quiser alterar, não será alterado. Veja só eu penso assim, quando alguém entra em contato comigo, ele procura alguém que possa ajudar na criação do seu trabalho, acrescentando, dando idéias, sugestões, colocando o seu print no trabalho, ele não contrata um chefe que vai obrigar ele fazer tudo do jeito que o chefe quiser. Como eu já disse acima, eu sempre procuro manter um contato mais próximo com as bandas e artistas com os quais trabalho, e isso ajuda demais. Um exemplo disso foi o segundo disco da Fake Number que produzi, lembro que tinha uma música que não me agradava muito, que eu achava que não tinha muito a ver com o contexto do repertório todo. Só que quando eu disse que não curtia muito foi uma comoção geral na banda, todos amavam a música, diziam que no show ela arebentava e talz. Como eu poderia argumentar que essa música não entraria no repertório? Então não contestei, claro que entrou.

Perí-- O Ego de um artista pode atrapalhar seu desempenho?

Se não for bem administrado, com certeza, mas nada que um bom bate papo, uma cerveja gelada e uma porção de batata frita não possam resolver :-)

Perí-- A internet e os home-studios tem criado uma enorme gama de artistas que, sem a ajuda de um produtor profissional, acabam colocando seus trabalhos na rede. O que vc acha dessa situação e que futuro você vê pra isso?

Eu acho isso sensacional! Quando eu comecei a única forma de fazer algo de qualidade era indo pra um estúdio grande e pagando mó grana. Hoje, um cara com talento pode fazer coisas inacreditáveis em casa, inimagináveis na época! O mundo hoje é muito menor e muito rápido, tanto é que essa galera já percebeu que colocar o seu material na web sem a finalização feita por um produtor/engenheiro experiente causa uma grande diferença comparada aos outros trabalhos. Um bom equipamento ajuda, mas não resolve, um bom engenheiro faz mais que alguém sem experiência. Eu vejo isso claramente na cena indie, a galera grava em casa, num puta astral, num puta clima, consegue obter o melhor da vibe, mas depois passa pra alguém que possa jogar esse trabalho “lá pra cima”! Eu passo por isso todo dia, sempre que alguém quer que eu finalize o seu trabalho, eu penso assim, preciso surpreender esses caras, o que eu posso fazer pra que isso aconteça? E logo quando eu entrego a surpresa geralmente é grande, muitas vezes mais do que o esperado. E isso é extremamente gratificante.

Perí-- Quais produtores, gringos ou nacionais, você citaria como influência pro seu trabalho? O que você valoriza em um produtor musical?

Putz, tem trocentos, e o que eu mais valorizo em um produtor é a maneira que ele interage com as bandas ou artistas, eu costumo dizer que existem vários tipos de produtores, além do que, o termo tem vários significados e estilos. Pra mim o produtor antes de tudo é um “gestor de projeto” com visão artística e musical, é ele que coordena o orçamento do projeto, escolhe a equipe, o estúdio em que serão feitos os ensaios, pré produção, gravação, mixagem e masterização e por ai vai. Claro que sempre em conjunto com o artista. Além de administrar eventuais conflitos que possam aparecer ao longo do caminho :-) Vou citar alguns estilos de produtores pra vocês terem uma idéia da minha visão: O Coordenador. Muitos produtores não tem qualquer conhecimento técnico ou musical. Rick Rubin é um exemplo clássico, ele não mixa, não grava, nem masteriza, não toca, ele foca apenas no artista, motiva as performances, treina e conduz os músicos pra produzirem o seu melhor, na web tem vários vídeos em que você pode conferir isso. O Músico. É o cara que na maioria das vezes foca mais em comentar, aconselhar sobre composição, arranjos e performances, do que opinar na parte técnica por exemplo ou coordenar o budget. O Engenheiro. Esta é provavelmente a idéia mais comum que a maioria das pessoas tem do produtor, que é aquele cara que fica debruçado sobre uma console. O estúdio é seu instrumento, e o produtor o utiliza trabalhando até tarde da noite para criar algo realmente inovador. O Artista. Alguns produtores assumem uma posição basicamente de artista, como por exemplo o Prince que assina modestamente seus trabalhos assim “Produzido, arranjado, composto e interpretado por Prince”.

Perí-- O que você acha que o artista deve fazer pra conseguir atingir o mercado sem se vender ao sistema?

Primeiramente ser autêntico, ser ele mesmo, sem querer ser o Deve Grohl ou o Hetfield, a autenticidade é fundamental. Porque alguém vai se interessar por uma banda que é praticamente cover do Black Keys se já existe o original? Be your self porra!

Perí-- O que você procura extrair de um artista quando vai trabalhar com ele?

A sua essência, sem a menor dúvida. Não é possível e nem existe uma máquina que transforme uma banda de rock em uma boy band. Isso não funciona, não há como dar certo.

Perí-- O que você acha do cenário da música nacional atual?

O que mais me agrada é a abrangência que o rádio ainda tem pelo país. Com relação ao cenário musical, depende do estilo. O trabalho nas rádios, com relação aos artistas de rock, está bem difícil, pois o dance está dominando. No caso de um artista sertanejo a situação é bem diferente, não que seja fácil, mas é bem mais maleável.

Perí-- Como tem sido o seu trabalho junto às rádios? O que mais te agrada nesse setor?

O cenário atual é Dance Music 10 x Rock 2, a música nacional está perdendo para os artistas gringos de dance music. O Rádio em São Paulo é a base pra muitas rádios pelo país e hoje ele é totalmente dominado por artistas de dance music. Até os que não eram, hoje são, como Neyo e Chris Brown, que eram R&B e hoje só faltam virar DJs. Note que esse cenário é somente em São Paulo e não no resto do país, onde o cenário é bem diferente. Isso é ruim até mesmo para as rádios, veja bem, se a rádio toca o dia todo, Lady Gaga, Beyonce, Ke$$ha, Rihana, e uma ou outra vez um artista nacional, como ela vai fazer para organizar um projeto verão na praia com bandas que elas não tocam na programação? Ou a cada final de semana terá um show de uma dessas artistas da dance music que citei acima? Claro que não né! É um FAIL total, se você não toca, o seu público não conhece, se ninguém conhece, ninguém vai ao evento! E de que maneira o departamento comercial vai conseguir vender um evento desse? E o caixa da rádio como fica? Passou da hora das rádios repensarem esse approach. No resto do país o estilo predominante é o sertanejo Universitário e ponto final. Até o sul do país onde sertanejo não entrava nem a pau e a música regional reinava soberana, hoje foi invadido por Michel Teló e seus clones. O Rock que reinou há um tempo atrás está atualmente em uma situação menos privilegiada. Mas como já é conhecido da história, esse cenário é cíclico e muda sempre, leve o tempo que levar. Ou alguém aí lembra que a Jovem Pan já chegou tocar Joana e Fagner?

Perí-- Deixe seu recado, link, indique algum artista que vc goste e escreva o que vc quiser. O espaço aqui é seu!

Opa! Valeu! Hoje finalizo todos os meus trabalhos em um Project Studio que montei em casa no Bairro da Granja Viana na grande São Paulo, mais precisamente em Jandira, próximo a Cotia. É um lugar super calmo e bem legal com relação a clima e talz, os Projects Studios são uma tendência mundial com os produtores e engenheiros de som atualmente. Com isso, eles conseguem viabilizar projetos que antes se tornavar muito caros, mas que hoje podem ser realizados em seus estúdios e com o seu “flavour”, e o mais legal, com equipos que eles gostam e costumam usar pra dar o seu print final nos trabalhos. Hoje trabalho de uma forma que sempre me agradou, que é trabalhar por projetos e por músicas, não trabalho baseado em horas de estúdio. Esse é um estilo de trabalho que sempre me incomodou, pois você sempre fica incomodado ou incomodando o artista. O que acontece trabalhando assim, pelo menos pra mim: O cenário é sempre esse, se você termina rápido uma mix por exemplo, dá sempre a impressão que você quer tirar o trabalho da frente, pra logo fazer outro. Ou se você leva tempo demais, dá a impressão que você pode estar enrolando para ganhar mais em horas de estúdio. Isso eu sempre achei muito chato, hoje trabalho diferente e o resultado é incomparável pra mim. As mixes e masters que faço hoje são totalmente via web, já as produções, como já disse, gosto de acompanhar bem de perto. E pra isso, quando a banda não é e não vem pra São Paulo, eu vou até eles, o que é bem legal também!

Links?

Aqui é onde a galera pode me encontrar:

www.mixmastermusic.com.br

www.facebook.com/lampadinha

www.twitter.com/lampadinha

No meu site você pode encontrar muita informação sobre a minha metodologia de trabalho, bio, perguntas frequentes, meus equipamentos e ainda ouvir os meus trabalhos mais recentes.

 

“Horizonte Vertical é um blog criado e redigido por Perí Carpigiani e tem como principal objetivo entrevistar artistas de diversos segmentos .”

Publicado em Entretenimento, Entrevistas, Masterização, Mixagem, Música, Produção Musical, Rádio | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Entrevista do Portal Fala Fil!

O Produtor Musical Lampadinha: Hateen, Tri, Marauê, Titãs.

24 de outubro de 2012

Fala Fil conversou com o Produtor Musical, Engenheiro de Mixagem e Masterização Lampadinha. Trabalhou com nomes do cenário musical como: Hateen, Tri, Marauê, Titãs, Mafalda Morfina entre outros. Realizou todo o processo de Produção, Mix e Pós do show de 30 anos dos Titãs em São Paulo, que contou com a reunião dos ex integrantes e que em breve será lançado.

Abaixo a entrevista exclusiva que Lampadinha concedeu ao Fala Fil. Você é Produtor Musical, Engenheiro de Mixagem e Masterização, o que é ser um Produtor Musical?

Na minha concepção antes de qualquer coisa, ser um Produtor é ser o profissional que é contratado para organizar e direcionar artística e musicalmente todo o projeto de gravação do artista.

Por isso se você analisar a fundo, produção musical é uma só das coisas que um produtor musical executa em um projeto, se você parar pra pensar, esse profissional seleciona o repertório com a banda, define os arranjos, decide onde será gravado o projeto, com quem, como, quem mixará e masterizará o projeto, dentre outras inúmeras coisas.

Além de tomar conta de toda a agenda de estúdio, ele também é o responsável por todo o gerenciamento de orçamento do projeto. Por essas e outras pra mim o Produtor musical deveria ser chamado de Diretor Musical, mas isso é mundial e não vai mudar.

Mas é bom que as pessoas saibam disso.

Quando e como você descobriu que essa era sua atividade profissional?

Desde criança sempre tive muita afinidade com a música. O meu avô, pai da minha mãe tocava violão pra caramba e tinha muitos instrumentos em casa. Eu era muito pequeno e via a família da minha mãe tocando de maracas a violões, isso era encantador pra mim. Quando fui ficando mais velho minha prima uma vez me apresentou uma música chamada Rock and Roll do Led Zeppelin, meu… chapei com aquilo, ouvia direto.

Tempos depois eu conheci um cara que o primo dele era super beatlemaníaco, e durante um bom tempo Beatles foi o que só ouvi, demos, cassetes bootlegs, de tudo.

Depois mais velho um pouco, comecei ouvir tudo que tocava no rádio e sabia todas as músicas de cor, foi no finalzinho da Disco Music, onde tocava no rádio muito Funk Music como The Gap Band, Brass Construction, Earth Wind and Fire, Sly and Family Stone e por aí vai. Fui muitíssimo influenciado por essa onda toda.

Fiz vários bailinhos na edícula no fundo da casa dos meus pais, e como na época o equipamento era praticamente inexistente eu usava dois sistemas três em um (toca-discos, cassete e FM) e quatro caixas acústicas pra mixar os sons, muito loko.

Você já trabalhou com Carlinhos Brown, Charlie Brown Jr, Titãs, CPM 22, Los Hermanos, Luiza Possi, Nx Zero, Rita Lee, Sandy, Smashing Pumpkins, Ultraje a Rigor, Wanessa Camargo, entre outros. O que é mais fácil … um Artista com mais experiência que pode ser mais resistente à opiniões e interferências ou um Artista novo de Estúdio?

Depende do artista na verdade, um artista experiente pode ter a clareza de saber que os profissionais que estão trabalhando com ele são competentes, então ele pode praticamente se desencanar de várias coisas e deixar totalmente na mão dessa galera o que lhes compete e só focar em sua música.

Por outro lado um artista experiente mas muito centralizador pode “capar” o talento dos profissionais que estão envolvidos no projeto por simplesmente não os deixar desenvolver o que sabem.

O artista novo em sua grande maioria quando trabalha com um produtor experiente, deixa tudo na mão do profissional, o que faz com que, se ele tenha escolhido o produtor correto para o seu trabalho, que o resultado fique muito além de suas expectativas.

O Produtor pode “fabricar” uma Banda?

Não acredito nisso, embora tecnicamente possa até ser possível, mas artisticamente não. O CD pode ficar perfeito, mas no show tudo irá pro espaço.

Qual a influência do Produtor Musical no estilo de uma Banda ou Artista?

Eu não mudo e jamais mudei ou tentei mudar um estilo de uma banda. Eu gosto de pegar uma banda ou ser contratado por uma banda que tenha personalidade, e em cima dessa personalidade, aí sim, eu sempre extraio o melhor.

Nos Estados Unidos e Europa, os Produtores Musicais têm status de Artistas e assim se tornaram personalidades milionárias, como: George Martin, Clive Davis, Quincy Jones, Rick Rubin, Butch Vig, Jay-Z, Pharrell e L.A Reid, entre outros. Por que no Brasil os Produtores não têm essa mesma visibilidade?

São culturas muito diferentes, o respeito com o músico, com o artista, e com os profissionais da música nos Estados Unidos e na Europa é muito diferente do Brasil.

Aqui se venera apenas o artista, você pode perceber isso nos prêmios que existem por aí, o Produtor, o Engenheiro de Som nunca são citados e nem existe uma sequer categoria que se possa premiar esses profissionais.

O cara pode até ficar rico para os padrões brasileiros, mas não como produtor, a não ser que ele parta para outras áreas como virar empresário, vender shows, composição etc. Mas como Produtor Musical é muito difícil.

No exterior, os Reality Shows ( American Idol, X Factor ) têm revelado Artistas de sucesso. No Brasil, nenhum grande nome surgiu desses Programas. Na sua opinião, o que acontece com o Brasil? Falta talento, Empresários ou Produtores?

Não falta não, temos excelentes profissionais e artistas por aqui, o que falta é um programa sério, que não foque apenas na audiência calcada nas histórinhas tristes e apelativas de cada candidato.

Com a crise do mercado fonográfico o Artista basicamente depende de Shows para ganhar dinheiro ao invés de vender CDs. A atividade do Produtor Musical precisou ser reposicionada?

Não, a música, a arte e o artista nunca acabarão. O Produtor continua trabalhando como sempre trabalhou, o que mudou foi o orçamento destinado para cada projeto. Por isso decidi montar o meu próprio Project Studio, o que é uma tendência mundial, pois ai o Produtor pode se adequar a cada projeto.

Qual o papel e importância do Produtor no desenvolvimento de um Artista?

A importância é enorme, por isso é muito importante você trabalhar com um Produtor que tenha a mesma vibe do projeto e do artista.

Não digo que pra produzir um projeto de rock o produtor precise ter o corpo coberto de tatuagens, ou que pra produzir um sertanejo ele precise usar botas e cinturão com a inicial do nome na fivela.

O que importa são as ideias, a afinidade, a experiências em várias áreas, a diversidade de projetos com os quais o produtor tenha trabalhado e participado. Isso sim faz a diferença, e  partir daí você pode escolher o profissional que possa trabalhar com você no seu projeto. Um exemplo gringo é o Rick Rubin, que produz de Rap a Country, a vibe desse cara deve ser incrível!

Ao longo de mais de 28 anos de carreira você deve ter passado por muitas situações curiosas, bizarras ou extremamente desafiadoras. Você pode nos contar alguma delas?

Até poderia, só que as mais legais e mais engraçadas são as mais escrotas rssssss.

Desafiadora eu posso citar o DVD do CPM22 ao vivo MTV que foi feito no Espaço das Américas.

A ideia foi montar um palco redondo e sem amplificadores no palco. Para isso como eu fui o Diretor Técnico e responsável por toda a engenharia de áudio do DVD, tive que supervisionar toda a construção do palco no meio da pista, não usamos absolutamente nada da estrutura de equipamentos da casa.

A colocação dos amplificadores o mais longe possível do palco, para que o som não atrapalhasse foi uma decisão importantíssima, pois como o local tem uma reverberação monstro, o som direto dos amps atrapalharia demais a monitoração da equipe de monitor e PA.

Como eu participei de todas as reuniões, desde as iniciais com os carpinteiros, marceneiros, equipe técnica e de áudio, a gente pode ter um resultado final fantástico e sem surpresas.

Com qual Artista você ainda não trabalhou e gostaria de trabalhar ou ter trabalhado ?

Putz! Muitos, acabei de trabalhar com um artista que sempre achei do caralho que foi o Carlinhos Brown.

Então posso dizer alguns que gostaria de trabalhar novamente como João Donato, Los Hermanos, Titãs, Céu, Tiê e por aí vai.

O que você ouve quando está no seu carro ou em casa?

Em casa coisas mais light como jazz e álbuns de artistas recém-lançados, como o novo do Paul McCartney, o duo The Civil Wars, Esperanza Spaldin, The Black Keys.

No carro gosto de ouvir as bandas que gosto de ouvir alto como Lamb of God, o novo do Jack White, Nickelback, Switchfoot, Hellyeah. Ultimamente tenho ouvido muita banda indie rock, underground gringas como Silversun Pickups, The Decemberists, The Virgin Marys e Emperors.

Qual a música que representa a trilha sonora da sua vida?

Impossível responder sorry :-)

São trocentas.

“Iniciativas como essa do Portal são importantíssimas para nós da música. Parabéns Fil”

Publicado em Entrevistas, Música, Produção Musical | Deixar um comentário

Site novo da mixmastermusic no ar!

Caraca!
Subi o site novo da mixmastermusic esta semana e ele teve uma visitação de nada mais que mil e duzentas pessoas por dia na média!

Muito obrigado viu!

Eu mesmo faço os meus sites, como este aqui por exemplo. E ter uma receptividade dessa é demais mesmo! Faço isso pois não tenho paciência de ligar, esperar, esperar, esperar e abrir um chamado que e ás vezes pode levar uma semana pra que um simples link seja alterado. Chamado pra mim só o da Samara :-)

E se você nunca foi lá, o endereço é este aqui: www.mixmastermusic.com.br

Publicado em Música | 1 comentário

Consultoria Artística e Produção Musical com a Rádio Metropolitana FM de São Paulo.

Esse ano começou bombando heim!!!

A mixmastermusic e a Rádio Metropolitana fecharam uma parceria de Consultoria Artística e Produção Musical. Com isso todas as versões exclusivas da rádio serão produzidas pela mixmastermusic por intermédio deste que vos fala :-)
Como por exemplo o tema de final de ano da Rádio com o Chorão do Charlie Brown Jr, Di do Nx, Zeider do Planta e Raiz, Dinho do Capital, Tati da Chimarruts e o rapper Thaide. Cara! Ficou muito legal!

Uma das primeiras alterações é que agora todas as gravações na Rádio Metropolitana são feitas em multi-canal, o que faz com que a qualidade das versões ao vivo gravadas lá fiquem com uma qualidade pancada! Isso quer dizer que as versões além da captação multi-canal, elas agora são mixadas e masterizadas, o que faz uma diferença MEGA no ar. Como é o exemplo das mixes da música Hey Soul Sister do Train, e das duas do Boys Like Girls o primeiro single Two Is Better Than One e o segundo Love Drunk.

Aqui o texto que foi para a mídia:

Metropolitana FM contrata consultor artístico e prepara mudança na plástica.

São Paulo, fevereiro de 2011 –Metropolitana FM (98,5 mhz) prepara uma série de mudanças para a chegada da segunda década do século XXI. Alinhada com as tendências internacionais do meio rádio e com as novidades musicais e tecnológicas, a emissora passará por uma gradativa mudança em sua plástica. Para realizar este projeto, a rádio Metropolitana contratou a mixmastermusic (www.mixmastermusic.com.br), empresa comandada pelo produtor musical Lampadinha. Com dois Grammy, Lampadinha já trabalhou com bandas como Titãs, NX Zero e Charlie Brown Jr, entre outras. Esta será a primeira vez no rádio brasileiro em que um produtor musical atua como consultor artístico de uma emissora.

Os ouvintes já podem sentir a nova fase da sonoridade da rádio. A primeira ação de Lampadinha na Metropolitana FM foi preparar o tema de final de ano da emissora, que está no ar desde o dia 26 de novembro. A partir daí, as vinhetas, remixes e todos os elementos que fazem parte da plástica da rádio (que é, basicamente, a sonoridade da emissora para o ouvinte) serão modificados gradativamente. “Vamos fazer um update, uma atualização, trazendo essa sonoridade da música atual, junto com a minha experiência como produtor, para a rádio”, explica Lampadinha.

A nova plástica, no entanto, não representará uma ruptura. De acordo com o diretor-geral Jayr Sanzone Jr., a rádio continuará sendo o local das novidades musicais e das tendências entre o público jovem. “Na realidade, nós queremos manter o nosso frescor de novidade junto ao ouvinte. Por isso estamos realizando uma série de ações desde 2008 que ajudam a manter esta sensação e a nossa evolução. Tudo isto faz parte do nosso DNA”, explica.

Por conta da busca pela inovação, a Metropolitana FM buscou a consultoria artística de Lampadinha e de seu estúdio. É a primeira vez que um produtor de bandas de sucesso atua como consultor de uma rádio, o que garantirá que as produções de músicas exclusivas e a plástica para a rádio Metropolitana estejam de acordo com o que há de mais atual no mercado musical.

Sobre a Metropolitana FM

Desde outubro de 1996 a emissora teve a sua programação modificada para os estilo pop. É uma das líderes de audiência entre o público jovem em razão do sucesso dos programas, por lançar tendências musicais e realizar as melhores promoções. A Rádio Metropolitana (98.5 MHz) abrange as cidades da grande São Paulo, regiões sul e sudeste do estado de São Paulo e também pode ser ouvida em todo o Brasil pela internet em www.metropolitanafm.com.br

Publicado em Entretenimento | 7 comentários

Ano novo, mixmastermusic, novidades etc…

Pois é…

Mais um ano se vai e muita coisa aconteceu, muita mesmo, pelo menos comigo!
Este ano foi um ano muito especial pra mim, muita coisa legal rolou e por isso desapareci do planeta, mais agora vou colocar vocês todos que acompanham(vam) o blog por dentro de tudo que rolou e rolará comigo e com a mixmastermusic.

Sim, este ano eu criei a mixmastermusic e deixei de trabalhar como gerente, produtor, engenheiro de masterização, mix e gravação, diretor técnico no Midas Studios aqui em SP. Foi legal e foi chato, legal porque agora terei mais tempo para os meus próprios projetos, e mais tempo pra mim e pra minha família. E chato porque não verei diariamente uma galera gente fina demais como o Rick, Luka, Giu, Lafico, Dalci, Jairão, Betão e por ai vai…

Mas a vida é assim né?

Engraçado, sempre que alguém sai de alguma empresa, as pessoas perguntam e comentam que algo de errado aconteceu, algumas vieram até me perguntar se eu havia brigado com o Rick e talz. Tolinhos, em todas, absolutamente todas as empresas em que trabalhei até hoje, eu nunca sai da maneira errada, digo, brigando, metendo no pau etc. E não seria lá, justamente lá no Midas/Arsenal, onde trabalhei doze anos que seria diferente não é mesmo!?!? E assim foi, fiz uma transição bem lenta, quase seis meses, onde passei todas as infos que tinha pra todas as pessoas que ficaram com as minhas funções.

E a mixmastermusic?

Bem, ela é uma empresa que eu criei com muito carinho e é dedicada pra eu trabalhar com o que mais gosto, a música! A mixmastermusic atende toda a galera como bandas, artistas independentes, gravadoras, em fim, toda a galera que me procura pra produzir, mixar e masterizar os seus trabalhos. Inclusive a Midas Music, selo criado pelo Rick depois da Arsenal Music, pra ela eu já fiz o novo trabalho do Sérgio Brito, do Zafenate, a remaster dos Sabonetes, e com certeza farei muitos outros mais!

Com a mixmastermusic eu também montei um estúdio pra mim, no melhor lugar que se pode trabalhar, bem na minha casa! Como eu moro na Granja Viana, e o trânsito de SP está cada dia pior, decidi que seria (e foi) a melhor alternativa. No próximo post eu conto tudo sobre o estúdio, os gears, a acústica, os monitores etc.

Well, é isso! Nos próximos posts contarei mais novidades!

Té…

Publicado em Música, Tecnologia | 16 comentários

Mix in the Box – Mixando no computador.

A Expo Music é um lugar muito loko, tem de tudo, guitarra, baixo, cavaquinho, pandeiro, batera, os camisa preta do rock, a galera do jazz, os camisa colorida do rock tmbm :-) , em fim, é um lugar onde a diversidade fala alto!

Amanhã estarei lá no stand da revista falando sobre Mix in the Box, que nada mais é do que a mixagem feita no computador. A MITB como é conhecida, está se tornando uma frequente cada vez mais nos trabalhos mixados mundo a fora.

Como sempre existem aqueles que gostam e os que não gostam. Eu mixo desde mil novecentos e Don Pedro em consoles com outboards, e este ano comecei a me dedicar totalmente as MITB, confesso que no começo torci um pouco o nariz, mas hj em dia estou me divertindo e muito!

Algumas coisas que eu já sabia que ia gostar estão me fazendo curtir muito essa parada, como por exemplo a praticidade, flexibilidade, agilidade e felizmente o resultado! Estou muito contente com o resultado das mixes que venho fazendo MITB, meu, tá soando bem pra cacete!

Tem muito engenheiro de som trabalhando totalmente MITB, tanto no rap, onde o grave é uma necessidade, na dance music, onde o grave é necessidade tmbm, quanto no rock, onde o grave ultimamente também está sendo uma MEGA necessidade!

Confesso que não mixo 100% na máquina, eu uso uns gears que tenho da Chandler, como o Curve Bender e o Zener Limiter para darem um boost em algumas coisas, como over head de batera (onde o Zener é ANIMAL!!!), e se precisar baixo e guitarra tmbm. Sim, esses outboards são os mesmos que eu uso nas minhas masters!

Detalhe, eu nunca faço bounce, eu sempre mixo “pra fora” usando o meu conversor e volto por esse mesmo conversor “pra dentro”, claro que pra isso eu preciso de no mínimo quatro canais.

E será exatamente esse o assunto que estarei falando lá na feira, sobre essa visão que estou tendo das mixes no computador.

um abraço e até lá!


Publicado em Entretenimento | 10 comentários

The Intruder Song.

Sim, estou escrevendo depois de séculos!
Me desculpem o efeito Gasparzinho!!!
Mas como diria Robertão, “eu voltei…”

Então vamos ao post em si.

Parecia tudo normal, um noticiário de tv, com mais uma notícia de invasão domiciliar. Só que do outro lado tinha os Gregory Brothers!
Os caras pegaram esse noticiário e transfomaram em uma música que bombou forte na web, com mais de 20 milhões de views no Youtube! Os caras até colocaram a música pra vender na iTunes Store! Sem contar que ela foi parar no HOT100 da Billboard!!!

Saca aquelas bandas que tocam nos intervalos dos jogos nos EUA? Tem até uma tocando a música, no ensaio e no jogo, repare que a galera canta a letra quando não está tocando!

Muito loko isso!

Isso sim que é um meme de sucesso!

Aqui você vê todas as versões desse vídeo:

O original.


A música com edição dos Gregory Brothers.


A banda ensaiando.


E a banda tocando no estádio.


Publicado em Entretenimento | Deixar um comentário

Sabe que deu vontade de comprar um relógio?

Nunca fui chegado em relógios, lembro que uma vez tentei comprar um Soviet, lá em mil novecentos e Don Pedro primeiro, mas não curti andar com aquilo pendurado no braço.

Só que vendo este lançamento da LG me deu vontade sabia? E olha que isso depois de trocentos anos!

Dá uma olhada no vídeo e vê se não é legal!


Publicado em Entretenimento | Deixar um comentário

Os 50 shows de Michael Jackson.


Caramba, eu assisti neste fim de semana o filme da turnê do Michael Jackson This is it. Eu nunca tive dúvida da competência e do talento do cara, mas sinceramente, what tha fuck? O cara estava presente o tempo todo envolvido em absolutamente tudo, cenografia, luzes, som, arranjos, filmagens, pirotecnia, tudo!

Esse show seria simplesmente o maior show visto até hoje, nem Madonna, nem U2, ninguém jamais teve um show como seria esse dessa turnê. Mais impressionante do que o filme são os extras, a produça seria monstro!

Só o telão de 10 por 30mt com filmes em 3D já seria uma porrada, como o diretor do show Kenny Ortega disse, esse show seria na verdade em 4D, por causa por exemplo dos fantasmas que passariam voando sobre as cabeças das pessoas em Thriller.

Filmar em 3D é caro pra caramba, e muitos dos filmes foram rodados dessa forma, fora os efeitos de computação gráfica, um show a parte. Os músicos, os dançarinos, a luz, o cenário, tudo seria uma porrada.

Nas entrevistas com o pessoal da produção e músicos, tem uma parte que chama atenção, o tecladista comenta que num determinado momento o MJ não tendo um lugar apropriado pra colocar a sua toalha no placo, vira pra ele e pergunta se ele permitiria que ele colocasse a toalha sobre o seu teclado, o cara respondeu, claro Michael, a casa é sua!

No segundo dia a mesma cena, e o MJ pergunta de novo se ele permitiria, claro que ele deixou novamente. Humilde pouco o cara né? O cara usava por favor, obrigado pra caramba. E tem artista aqui no Brasil que eu já presenciei, tratando roadie que nem cachorro! E olha que o cara não vendeu 1% do que o MJ, lamentável.

E o MJ foi embora sem ter feito um show, nem umzinho se quer dessa tour!

Que pena.


Publicado em Entretenimento | 2 comentários