30 outubro 2008 - 8:41SKY, a saga do ponto adicional.

SKY 

Sexta-feira, 9 da noite, ligo na SKY pra saber a quantas anda a história do ponto adicional.
Depois de digitar isso e aquilo…

- Boa noite senhor no posso ajudar!?
- Boa noite, pode sim, aqui em casa eu tenho um SKY+ e um ponto adicional que eu desabilitei já há algum tempo, mas o cabeamento e o decodificador estão todos ligados inclusive eu ainda tenho o cartão que está no aparelho. Como está a história do ponto adicional sem cobrança?
- O que sabemos senhor é que o ponto adicional custa 9,90 por mês senhor.
- Poxa! Pelo menos o preço melhorou, era 29,90, tudo bem vai, o que eu preciso fazer para habiitar esse ponto?
- Me desculpe senhor mas não religamos pontos cancelados.
- Ué? Mas tá tudo certinho, o cabo, o decoder, o cartão!!! O que eu preciso fazer para ter o ponto adicional de volta então?

- O senhor tem duas opções, o senhor pode mudar de plano, o do senhor hoje é um plano sem ponto adicional, então o senhor passa para um plano de 159,90 (o meu plano hoje é um Pacote SKY Digital Plus 2008 de 106,90) e “ganha” o ponto adicional por 3 mêses com o decoder em comodato. Então se o senhor não quiser mais continuar com o ponto após esse período pode cancelar. Ou o senhor adquire um ponto adicional que é vendido num pacote com o decoder e custa 9,90 por mês, mas o valor do decoder que é 549 reais.
- Hã!? Acho que você não entendeu, “eu já tenho o decoder” e ele está ligado agora e eu estou assistindo ao canal 200 que é aquele que já aparece quando você liga o decoder sabe? Porque eu tenho que comprar outro se eu já tenho um funcionando?
- Desculpe senhor são só essas duas alternativas que aparecem pra mim senhor.

Por uma fração de segundos fiquei pensando o que fazer? Xingar? Falar que ela é uma anta? Mandar pra puta-que-o-pariu? Nada disso! Não posso agir com lógica com uma empresa que não aplica a mesma. Você tem que falar a mesma língua! Então descobri o que fazer!

- Hummmmm, sei, entendi. Tá bom obrigado, mas não quero nada não tá?.
- De nada senhor, boa noite.

Liguei de novo e outra pessoa me atendeu:

- Boa noite senhor no que posso ajudar?
- Eu tenho aqui em casa um ponto adicional que eu não uso há muito tempo, e agora quando fui ligar só tá pegando o canal 200, você sabe me dizer o que tá acontecendo?
- Só um minuto que eu vou verificar senhor.
- OK!

- Senhor?
- Sim.
- Aqui consta que esse ponto foi cancelado em fevereiro de 2008 senhor.
- Cancelado? Como assim? Eu não cancelei nada não!
- Aqui consta que foi as 20:30 senhor.
- Me desculpe mas deve ser algum pau ai do computador, você sabe como são esses computadores né, a gente não pode confiar neles que eles ferram com a gente?
- É verdade senhor.
- Então como é que faz?
- Só um minuto senhor.

Foi rapidinho mesmo, nem um minuto na verdade.

- Senhor?
- Sim.
- Aqui consta pra mim que nós não religamos pontos cancelados, mas como o senhor está dizendo que não cancelou eu vou tentar religar pro senhor ok? Aguarde só mais um pouco por favor.
- OK, to no aguardo.

- Senhor por favor verifique se o senhor tem sinal no canal 40.
- Tenho sim.
- OK, então o ponto adicional foi religado com sucesso senhor, só que terá uma mensalidade de 9,90 senhor, tudo bem?
- 9,90! Caramba! Que roubo! Mas tudo bem vai. Obrigado viu.
- De nada senhor e tenha uma boa noite senhor!

Vocês acreditam nisso????

Como uma empresa pode ser tão zoada desse jeito? É claro que pra religar um ponto que já está com sinal basta apenas um comando pra funcionar, mas não, os caras querem que você compre OUTRO decoder e pague 500 pau!

O firminha vagaba viu.

ps. Aqui em casa só tenho duas opções, ou SKY ou Telefônica, mas só vou mudar pra Telefônica quando ela tiver uma transmissão em HD com um decoder que grave tmbm, sei lá eu quando será!

Se você gostou deste post leia também: A SKY acha que o consumidor é idiota!

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16 outubro 2008 - 18:19Entrevista com o Rick Bonadio no site da Abril.

São pouquíssimos os profissionais que no lugar do Rick diriam o que ele disse nessa entrevista. Por causa disso resolvi reproduzir na íntegra aqui.

Olha só:

Artista que não faz sucesso é ruim, defende Rick Bonadio.
Produtor de NX Zero e Fresno rebate críticas dos independentes e reafirma: “os festivais são péssimos”

“Talvez daqui a 20 anos vão falar bem de mim”

Os festivais são péssimos. E ponto. O mesmo não se pode dizer da cena em si, já que há bandas de qualidade. Esse é o diagnóstico do produtor Rick Bonadio em sua segunda entrevista ao Abril.com sobre o rock independente do país.
O novo parecer é ameno em relação à entrevista por e-mail concedida por Bonadio em 2 de outubro. Na ocasião, o produtor de NX Zero e Fresno foi taxativo em declarar que os festivais independentes eram péssimos e formados por panelinhas, além de criticar a qualidade das letras das bandas da cena.
Causou, claro, a ira dos produtores e artistas da cena. O contra-ataque foi baseado no fato que, por não freqüentar os festivais, Bonadio não teria legitimidade para criticá-los, assim como tampouco as bandas que produz são reconhecidas por suas letras.
Desta vez, o produtor respondeu às perguntas pessoalmente no estúdio de sua propriedade, o Midas, em São Paulo. Ali revelou seu sonho de consumo: trabalhar com os Racionais MC’s.
Abril.com: Você falou que alguns festivais são péssimos e teve uma repercussão…
Rick Bonadio:
Os festivais são péssimos.
Todos? Você chegou a acompanhar algum?
Eu acompanhei todos, e deixei de acompanhar justamente por essa coisa, que se formam panelinhas e curadores de festivais que são caras totalmente alienados do que realmente é a música boa. Claro que existem exceções, mas no geral o que rola é o seguinte, é “o amigo, do amigo, do amigo”. E uma coisa que é um fato, que você até pode me ajudar a lembrar: eu não lembro de banda que tenha feito sucesso no Brasil que tenha saído desses festivais.
Chico Science e Nação Zumbi saíram do Abril Pro Rock…
Chico Science e Nação Zumbi não fizeram sucesso por causa do Abril Pro Rock, eles participavam porque era do lado da casa deles. Vamos lembrar dos últimos sucessos: Raimundos não saiu de festival nenhum, Mamonas [Assassinas] também não, Charlie Brown Jr. nunca se quer participou desses festivais.
O que você acha de bandas como Móveis Coloniais de Acaju. Você conhece?
É uma banda que dentro do independente tem uma das melhores carreiras, e saíram dos festivais…

Conheço. Eu acho que o caminho feito pelas bandas independentes é feito pelas próprias bandas, e esse caminho não passa pelos festivais. Já participei de vários, você chega lá e pensa: ‘porque não toca qualquer tipo de som, fica só aqueles “papos-cabeça”, essas coisas meio de Recife, umas letras meio esquisitas, meio retrô. Chato pra caramba! Eles tocam mal pra burro, não tem uma consistência. E tem bandas boas querendo entrar e que eles não deixam.

Você pode citar algumas dessas bandas?
Posso citar uma banda, o Charlie Brown Jr. Quando a gente começou, nós tentamos tocar no Abril Pro Rock, mas eles não deixaram. O que acontece geralmente é assim, você começa com uma banda de rock e sozinho não consegue entrar nos festivais. Aí, depois que a banda estoura, querem comprar a banda. A banda pede um puta cachê e eles [organizadores] falam: ‘Ah não, eles têm que vir tocar porque aqui é o Abril Pro Rock, aqui é o Mada, aqui é o não sei o que. Aí, bicho, paga e leva a banda, senão faz o seu festivalzinho de merda e pronto. É isso que rola.’
Você acha que essa cena está começando a se fortalecer nessa nova maneira de mercado, fora das gravadoras?
Eu acho que a movimentação das bandas independentes hoje é incrível, porque os caras não têm oportunidade, eles não têm grana e conseguem fazer as bandas por uma única coisa que os move: o amor pela música. Eu não acredito em bandas de internet. E vamos explicar. A banda não surge na internet do nada, ela surge no palco. Vamos supor que você monte uma banda hoje, você foi lá fez um show no Outs [casa de shows paulistana]. Aquele público que estava lá gostou de você, aí eles vão na internet procurar suas músicas. A internet é um veículo, ela não é a primeira oportunidade do público conhecer a banda. Ninguém sobrevive sem show, se não tiver um grande atrativo no palco.
E um fenômeno tipo Mallu Magalhães?
Eu a acho incrível, porque ela é dessa cena independente com qualidade. Porque a cena é boa pra caramba. E a prova ta aí, apareceu uma menininha de 15 anos de idade, com muita qualidade, fazendo um negócio que ela nem sabia que era bom. Eu acho que ela, no caso, contradisse tudo aquilo que eu falei antes sobre o show, ela é um fenômeno de internet. Mas no palco ela é boa pra caramba.
Hoje as gravadoras não estão passando por um bom momento, continuar independente é uma saída?
Acho que as bandas precisam começar no independente, mas elas não conseguem ter uma exposição bacana só vivendo no independente. [Veja] o exemplo do Autoramas, os caras já encheram o saco, eles eram de gravadora grande, já voltaram pro underground. O público não gosta. As bandas que trabalham no underground na cena independente têm a ambição de conseguir um contrato com uma gravadora grande que possa dar um upgrade na carreira.

abril.com.br

Tem muita banda que tem o som bom, mas não é o que o público quer ouvir no momento. Só que tem banda que tem 20 anos e nunca o público quer ouvir. Eu acho que tem alguma coisa errada aí.
Você é um cara que trabalha com muitas bandas ao mesmo tempo, que realiza o sonho de sucesso de alguns, mas muitos sonhos acabaram na sua mão também. Como é lidar com esse outro lado? Lidar com o fracasso?
É bastante difícil, porque ninguém acredita na derrota. O grande lance é que eu também não acredito na derrota. Eu não gosto de banda que não faz sucesso, eu quero fazer sucesso. Os artistas que trabalharam comigo sabem disso, então nós estamos todos juntos. O cara que assina comigo não tem garantia que vai fazer sucesso. Ele vai ter um pouco mais de força, da minha experiência, do meu conhecimento. Mas às vezes não dá certo.
Você acha que rola um pouco de preconceito com o pessoal do emo nos festivais?
Não, existe medo. Se você colocasse o NX Zero quatro anos atrás num festival desses, não ia sobrar pra ninguém, porque os caras tocavam pra caralho. Se botar o Fresno no festival, vai acabar com o festival. Não é porque o Fresno trabalha comigo, eu fui atrás deles e não eles que vieram atrás de mim. Eu fui buscar o Fresno porque chapei na qualidade das letras do Lucas e do Tavares. O vocal do Lucas, a presença de palco dos dois, está muito acima.
Mas você acha que não salva nenhum?
É como eu falei pra você, existem exceções. O Porão do Rock [em Brasília] é legal.

O que você acha dessas bandas que estão aparecendo agora? Tipo Vanguart?
Eu não gosto de nenhuma delas, mas eu as respeito.
Você acha que comercialmente não funcionaria?
Eu não acho que funciona. Tem uma banda que ganhou o “Aposta MTV” agora, com um clipe bom pra caramba, como é que chama mesmo?
O Garotas Suecas?
O clipe é genial, mas a música é terrível. É bem chato.
Você fala de uma “panelinha”. Ela rola em todo lugar, né? Na rádio, na MTV…
Eu não acredito que exista uma panela na MTV. Essa história do Tico Santa Cruz…
O que você achou dessas declarações dele?
Ele está morrendo de recalque porque nunca entrou na MTV porque a banda dele é a cópia d’O Rappa, com Charlie Brown e uma pitada de CPM 22. Então ele fica falando essas palhaçadas aí, mas o garoto é um bobo. Se ele tivesse lá dentro, pergunta se ele falaria isso? Eu era produtor do Mamonas Assassinas. Você tem dúvida que naquele ano os Mamonas Assassinas eram a revelação? Naquele ano de 95, se não me falha a memória, teve lá o VMB. Você sabe quem ganhou como revelação? O Otto.
Vou te dar outro exemplo, a gente ganhou um monte de coisa com o NX Zero agora, já o Fresno não ganhou nada. O próprio NX Zero entrou no top 20 na época, e eu não os conhecia. No dia que eu fui ao Hangar ver o show deles pra contratá-los, eu já tinha ouvido o CD e tinha chapado. Coloquei no top 20 e eles estavam estreando em 18º lugar. E agora os caras tão ganhando tudo e vem o menino lá [Tico] dizer que isso é panela. O cara está recalcado, a gravadora dele gasta milhões em promoções pra ele tocar nas rádios. Porque ele não fala mal das rádios então? Que ele toca pra caramba nas rádios com umas músicas ruins? Tem que dar uns petelecos nele e falar: ‘acorda moleque, [você] está viajando’.
Você é um dos caras que nos últimos anos foi responsável pelas maiores vendagens dentro do pop rock brasileiro. Você acha que a crítica é muito dura com você?
O que me incomoda na crítica é a questão pessoal. Por exemplo, uma vez a gente lançou o disco do Fresno, e teve uma crítica no “Folhateen” que o garoto detonou o disco. Depois eu descobri que ele era de uma banda independente do Rio de Janeiro, que tem treta com os meninos do Fresno. Eu acho que as pessoas me criticam por eu ser sincero e honesto, eu gosto de artista que vende disco. Eu sempre falo que artista bom é aquele que faz sucesso, se não faz sucesso é ruim. O bom é o que o público gosta, senão faz música erudita.
Na época do Mamonas Assassinas, a crítica sempre metia o pau, agora 10 anos depois todo mundo acha bom. Como você analisa isso?
Acho que talvez daqui a 20 anos vão falar bem de mim. Deixa eu ficar velho, aí os caras vão falar bem de mim. Se a critica estiver falando bem do disco, você está na m… Se tiverem falando mal, significa que você tem uma chance de vender.

Por que você acha isso?
É o que acontece. Mamonas, Charlie Brown, NX, sempre foram detonados pela critica e venderam muito. A VEJA vive querendo entrevistar o NX Zero, eu perguntei pros moleques e eles disseram: ‘nem fodendo, aquele cara só fala mal de todo mundo, o Sérgio Martins.’ Não é nosso público, não é nosso timing. Vai dar entrevista pra VEJA pra que? O público de vocês [NX Zero] não lê a VEJA.
Na entrevista anterior, eu tinha perguntado sobre quem você gostaria de produzir. Além do Titãs, tem mais alguém?
O Racionais MC’s. Porque o Mano Brown é um gênio. Um cara que veio de uma situação muito difícil que mostrou com o talento dele que é muito inteligente. Eu acho que eu poderia ajudá-los a melhorar o som dos discos deles. Eu acho os álbuns muito ricos em muitas coisas, mas poderia ser melhor. Os discos não são ruins, faz 10 anos que eu ouço, e não canso de ouvir. Os sons são apropriados para aquilo que ele fala. Eu teria uma coisa interessante pra acrescentar.
Já chegou a procurá-los?
Eu produzi uma vez uma garota junto com o Ice Blue, mas como não somos amigos, não os procurei. Se os caras me procurassem, eu pararia tudo que estou fazendo pra produzi-los. Porque eu sei que essa pose marrenta deles é uma defesa, mas tem muita inteligência ali. É igual a história dos Titãs, eu queria produzi-los porque é muito talento junto. É prazeroso trabalhar com gente boa.
Um dos conselhos que você deu pras bandas era ser original. O Dogão, querendo ou não, era inspirado no Gorillaz. Você não acha que isso acaba contradizendo com aquilo que você disse?
Na verdade, não foi inspirado no Gorillaz. O Dogão sempre existiu, aí apareceu o Gorillaz. Eu ia deixar de fazer porque tinha aparecido outro? O Gorillaz não era rap, tinha o Del tha Funkee Homosapien que cantava rap em umas duas músicas só. O resto eram viagens eletrônicas, experimentais. O Dogão era um rapper pop com personalidade totalmente original.
Você pensa em uma volta do Dogão?
Não, dá muito trabalho. Pra fazer o clipe demorava três meses. Pra gravar o disco eu tinha que fazer nas brechas dos meus outros trabalhos, era uma coisa de pura diversão. O cara que canta tinha outro trabalho que não tinha nada a ver. O trabalho que você tem pra fazer um artista virtual dá pra gravar 10 artistas de verdade. Nós dávamos risada com esse negócio de crítica, até hoje tem gente com raiva do Dogão.

Via: Abril

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14 outubro 2008 - 23:30A Apple sabe apresentar seus produtos como ninguém!

Olha só esse vídeo sobre o novo Macbook.

Os caras mostram até os tornos que fazem o note!

Goste ou não, ninguém pode dizer que eles não sabem vender seus produtos.

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14 outubro 2008 - 12:54Novo Blog Brother!

O Mac Magazine é um blog brasileiro sobre Mac que mais tem notícias diárias sobre o mundo da maçã. O Rafael Rafael Fischmann, que é o dono do blog é um freak nos teclados, é impressionante o montante de nótícias que ele abastece o site todos os dias!

macmag

Você que gosta de novidades sobre tecnologia deve fazer uma visita lá no MM, e tenha certeza que você ficará algumas horas navegando por lá.

Mega recomendado.

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13 outubro 2008 - 13:05Dicionário Babylon.

Eu uso já faz um tempão o dicionário Babylon, além de ser muito bom, tem um funcionamento muito simples. Digamos que você esteja lendo um texto e se depara com uma palavra que não sabe o significado, ou não lembra a tradução. É só clicar sobre ela com o lado direito do mouse (essa configuração você pode mudar depois) que num popup aparece a tradução da palavra, e se for uma palavra incluida numa expressão, ele já se liga e traduz a expressão também.

O legal é que você escolhe qual língua quer adicionar ao dicionário, e a ordem que as traduções aparecerão, desde o famoso português/inglês, até a Wikipedia, ou o Aurélio. Dicionários de informática, elétrica e por ai vai, um monte mesmo! Outra coisa legal, quando você clicar em um verbo, ele te mostra todos os tempos verbais, muito bom.

Só esta última newsletter que recebi, que colocou toda a credibilidade do dicionário no chão.

Olhe só:

disconto

Disconto não né????

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2 outubro 2008 - 16:38A Itunes Store pode fechar!

Estava dando uma lida na Macmagazine quando me deparei com essa notícia que resolvi reproduzir na íntegra aqui:

Um grupo de três juízes denominado Copyright Royalty Board — que cuida de licenças de uso cedidas via leis federais norte-americanas de copyright — definirá amanhã (quinta-feira) a possibilidade de um aumento nas taxas de royalties pagas por seus membros a partir de vendas em lojas musicais online como a iTunes, da Apple. O pedido de reavaliação foi feito pela NMPA, a National Music Publishers’ Association.

A associação deseja que as taxas subam de 9 para 15 centavos de dólar por faixa — um crescimento de 66 por cento. A Apple ainda não comentou o assunto, mas evidentemente se opõe ao pedido das publicações, diz a Fortune. No ano passado, o vice-presidente da iTunes, Eddy Cue, afirmou que a Apple poderia fechar sua loja ao invés de aumentar o seu tradicional preço de US$0,99 por canção ou — pior ainda — absorver os custos excedentes de royalties.

“Se a [iTunes Music Store] fosse forçada a absorver qualquer aumento na [...] taxa de royalties, o resultado seria que teríamos uma grande possibilidade de operar em prejuízo — algo que não é uma alternativa para nós”, disse Cue. “A Apple já deixou claro várias vezes que está no negócio para fazer dinheiro e é bem possível que não continuaremos operando [a loja] se não pudermos fazê-lo de forma rentável.”

A Apple paga hoje cerca de 70 centavos de dólar para gravadoras musicais, que ficam encarregadas de redirecionar 9 deles para publicações que detém os copyrights dos artistas. Elas também são contra os aumentos de royalties e apoiam a decisão da Maçã de não absorver os custos extras. Aliás, ambas Apple e gravadoras tentam já há um tempo diminuir os royalties pagos aos autores/compositores para apenas 6 centavos de dólar.

Particularmente acho que isso não vai acontecer mesmo! A grana que a Apple colocou na loja que é atrelada a venda de iPhones e iPods, que vendem que nem Tubaína por aí, inclusive por aqui.

Obrigado ao pessoal da Macmagazine.

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